sábado, 12 de janeiro de 2013

CONCEPÇÕES SOBRE DE (Disfunção Erétil)

* Mesmo a mulher frígida, apesar de, por natureza não sentir um prazer sexual, quase sempre fica frustrada quando o parceiro não consegue completa relação íntima por causa de uma DE (Disfunção Erétil). Pois no seu âmago ou complexo de culpa, ela só pensa de maneira pessimista que aquele fracasso ocorreu por sua causa, o que não é verdade. Só que ele, sabedor do problema da parceira frígida, muitas vezes, no seu egoísmo incontido, não percebe que mesmo, com alguma dificuldade consiga a penetração, só ele obterá uma parcela de prazer, o que para ela não fará o menor sentido, a não ser aumentar o seu desgosto e sua frustração. Coisas da vida!


* Além do fator físico, o que o impotente tenta sanar com medicamentos ou outras iguarias afrodisíacas, há casos de DE (Disfunção Erétil) motivados por fatores simplesmente psicológicos. Neste caso, não há remédio que funciona à contento. O medo, o receio de algo, a apreensão, a ansiedade de ir com muita sede à fonte, tudo isto pode concorrer para um fracasso sexual. O ideal mesmo é quando ocorre tudo dentro da normalidade, sem muitos planos e detalhes perfeccionistas.



* Se existe uma verdade sobre DE (Disfunção Erétil) é esta: o homem, principalmente. o que já atingiu mais de 60 anos e nunca passou por um momento desagradável deste tipo, das duas, uma, é porque é um celibatário convicto e realmente nunca tentou uma relação sexaul ou então estará tentando ludibriar a si mesmo ou a terceiros. Pois quelquer um estará sujeito a este tipo de problema de foro íntimo, físico e, amiúde, psicológico. Ninguém programa, ninguém deseja ou quer, mas, lamentavelmente, mais dia menos dias, isto pode acontecer a qualquer um, independente da raça, religão ou política.



                                                   Joboscan de Araújo

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O MECÂNICO E O MÉDICO

                                  Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto quando ele vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está olhando o mecânico trabalhar. Este para e pergunta:

                                  -Ei, doutor! Posso lhe fazer uma pergunta?


                                 O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o mecânico está trabalhando. Ele se levante começa:


                               - Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente e, quando eu termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é então que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho é praticamente o mesmo?

                                 O cirurgião dá um sorriso maroto, inclina-se e fala baixinho ao mecânico:

                                -TENTE FAZER ISSO COM O MOTOR FUNCIONANDO, MEU AMIGO!



                                                Autor desconhecido

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

APOSTASIA INVOLUNTÁRIA

                                                                   CAPÍTULO 10

                                                     A MINHA METAMORFOSE (PARTE 2)

                                   Tudo o que o Padre Albano falou nesta oportunidade entrou por um ouvido e saiu pelo outro.Não levei nada em consideração. Pois no dia seguinte as brincadeiras praticadas por mim continuavam as mesmas ou piores. Os palavrões voltaram com mais intensidade. Parecia até que eu estivesse alienado, mas só que eu tinha plena consciência das trapalhadas que estava fazendo. Mesmo que, por algum momento eu pensasse em voltar atrás e ser o protótipo de aluno bem comportado, educado, exemplaar, por um orgulho bobo, enigmático e incontido, eu continuava agindo de maneira rebelde e de forma injustificável e sem motivo
                                  Procurava fazer tudo ao contrário, isto é, estava remando contra a maré. Não acatava nenhum conselho. Fingia que captava o que o Reitor ou alguma professora me diziam, mas tudo era falsidade. O tempo foi passando e a indisciplina aumentando. Até que o reitor me repreendeu de maneira mais drástica e falou que estava totalmente decpcionado comigo e que esta brusca mundança de personalidade estava sendo comunicada aos meus pais e ao meu vigário. Também não surtiu nenhum efeito positivo. Parece que o pior estava por vir.
                                 Certo dia, o Dom Gilberto Borge nos fez uma visita surpresa, uma vez que ele estava de passagem pela cidade de Picos. Por sinal, nesta ocasião, estávemos todos nas respectivas salas de aula. Sei que a minha péssima atitude neste dia já seria motivo para seu expulso do pré-seminário, mas o Padre Albano ainda confiava na minha recuperação e encontrou um meio do nosso Bispo não perceber que eu estava ali debruçado sobre a minha carteira, como se estivesse dormindo. Por mais que a professora me chamasse para ir pedir a bênção do DOm Gilberto, ali mesmo na porta da nossa classe, simplesmente, ignorei. Fui chamdo novamente à atenção, inclusive, ele me ofereceu um bom livro para eu ler. Dias depois o devolti, alegando que havia lido.
                                Por este tempo, foi montada e organizada uma pequena peça teatral e só para me castigar, não fui chamado para participar da mesma. E com toda a razão. Achando que aquilo era para me humilhar, comecei a revidar, perseguindo com deboche e gozação um dos escolhidos para aquela apresentação. Até que ele não aguentou mais e foi se queixar com a sua professora, por sinal, antes da minha crise, ela gostava muito de jogar pingo-pong comigo. Havia uma admiração mútua. Apesar de saber que ela tinha um carinho por mim, o que eu falei dela para o seu aluno, era tudo da boca pra fora. Falei só ra zoar mesmo. Mas ele falou para ela. A mesma veio tomar satisfação e a xinguei sem motivo. Lembro-me até que ela chorou e estas foram as suas palavras: "Você agora foi longe demais. Agora me ofendeu!"
                               -Dane-se! - murmurei para não dizer outra expressão pejorativa mais forte. E isto foi a gota d'água.


                                              Próxima Postagem: O CASTIGO

domingo, 6 de janeiro de 2013

LAMPEJOS FILOSÓFICOS

1061 - "Nunca pode haver surpresas em lógica"

                                         WITTGENSTEIN


1062 - "Nada é permanente a não ser a mudança"

                                                  HENRY FORD


1063 - "Nada do que faça por medo é virtude. Nada do que faça por amor é pecado"


                                         JORGE AMADO


1064 - "Não importa quantos passos você deu para trás; o que importa é quantos você vai dar para a frente".


                                            DÉCIO MELHEM


1065 - "Não há diferença entre um sábio e um tolo quando estão apaixonados".


                                                      BERNARD SHAW


1066 - "Não confunda jamais conhecimento com sabedoria. Um ajuda a ganhar a vida; outro, a construir uma vida".


                                              SANDRA CAREY


1067 - "Não há coisa que mais mude os homens do que o descer e o subir, e o subir muito mais do que descer"

                             PADRE ANTÔNIO VIEIRA


1068 - "Não acrescente dias à sua vida, mas vida aos seus dias".


                                   HARRY BENJAMIN


1069 - "Não é porque as coisas são difíceis que nós não ousamos, é porque nós não ousamos que elas são difíceis".

                                                        SÊNECA


1070 - "Nem tudo que se enfrenta pode ser modificado. Mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado".
 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

DETALHES IMPERCEPTÍVEIS DO COTIDIANO

O EXEMPLO DA CAIXA DE FÓSFOROS NO ESCURO



                           Vamos imaginar aquela situação inusitada de um ambiente em total escuridão. Esqueçamos os isqueiros sofisticados, as lanternas ou celulares com suas luzes quase automáticas ao simples toque humano e partimos para apalpação desenfreada nas estantes e armários da nossa casa, procurando uma simples caixa de fósforo. De posse de alguma vela apagada, daríamos tudo para encontrar tal objeto num momento assim de angústia e medo, por que não? E eis, que após algum tempo a nossa mão toca tal objeto que se procura. A pergunta que não quer calar é a seguinte: diante de tal circunstância, do que adianta a nossa boa visão se a escuridão não nos permite nem ao menos saber qual o lado do referido recipiente devemos abrir? Por acaso, isso fará alguma diferença para se atingir o nosso objetivo imediato que é pegar um dos palitos e friccionálo em um dos lados da caixinha e acendê-lo? Esse é, sem dúvida, um detalhe imperceptível que quase ninguém será capaz de perceber. Afinal, o importante mesmo é encontrar uma caixa de fósforos no escuro e mais imprescindível ainda é que a dentro da mesma os palitos estejam intactos, prontos para o uso adequado. O que interessa saber qual dos lados que abrimos a referida caixinha?
                           Será que tal exemplo também não se compara quando estamos numa situação similar da nossa vida, ou seja, num profunda tristeza, depressão e ao procurarmos algum tipo de ajuda, pouco nos interessa saber se a pessoa que veio nos socorrer, mora no primeiro ou último andar do nosso prédio ou no começo ou fim da nossa rua ou até no norte ou sul da nossa cidade! O importante é a ajuda imediata e inadiável de tal pessoa ou instituição, o que nos trará um alívio pelo menos momentâneo, dando-nos ânimos para seguirmos em frente e andar sem muitos tropeços, literalmente.



                                                        Joboscan de Araújo

                                                       joboscan50@yahoo.com.br

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

TIRANDO DÚVIDAS DA LÍNGUA PORTUGUESA

OBRA


              A família da palavra "obra" é interminável: "operário", "operar", "operador", "cooperar", "operação",  "operacional", "inoperante", "operatório", "operosidade", "manobra" etc. "Obra" vem do latim "opera", assim como a palavra "ópera", e ambas significam a mesma coisa, embora entre nós o termo "ópera" seja usado especificamente em música.



OBRIGADO



                  A palavra "obrigado" - forma mais usual de agradecimento em português - pertence à mesma família de "obrigar", "obrigação" etc. Teoricamente, quem agradece dizendo "obrigado" declara-se obrigado a retribuir o favor que acabou de receber. É por isso que um homem deve dizer "obrigado" e uma mulher deve dizer "obrigada". A forma "obrigado" (dita por um homem) é a hipotética redução de algo como "Estou obrigado a retribuir o favor que recebi". Convém registrar que, se um homem agrade em nome de um grupo (usando a primeira do plural "nós"), deve dizer "obrigados". foi o que fez Caetano Veloso quando, num programa de televisão,ao aresponder em seu nome e no de Jorge Mautener, disse: "Obrgados nós". Se quem agrade é uma mulher (em nome de um grupo exclusivamente feminino), a forma recomendade é "obrigadas". "Muito obrigadas pelo auxíli que nos prestaram"



OBSOLETO


                        "Conservacionismo" diz respeito a um conjunto de políticas e técnicas de preservação racional do meio ambiente. Trata-se, portanto, de algo ligado à ideia de conservação, de conservar. É preciso tomar cuidado para não confundir "conservacionismo" com "conservadorismo", que também  se realciona com "conservar", mas tem outra matriz. O conservadorismo diz respeito à manutenção das tradições ou à aversão a mudanças. Com o último sentido, o conservadorismo se aproxima da obsolência ("o fato ou processo de se tornar obsoleto"). Por falar em em "obsoleto" como se lê essa palavra: "obsoléto" ou "obsolêto"? Os estudiosos dizem que o adjetivo "obsoleto" (que significa não está mais em uso), "antiquado", "muito antigo") deveria ser lido como outros que têm a mesma terminação ("concreto", "secreto", "discreto", "correto", "reto", "repleto" etc) ou seja, com o "e" aberto (é) como se vê aí no verbete. No dia a dia, porém, ouve-se muito mais "obsolêto" do que "obsoléto". Na prática, o timbre considerado correto não "pegou"



                                        Comentários do Professor Pasquale Cipro Neto


                                                      Dicionário da Lìngua Portugesa


                                                                Gold Editora Ltda

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

CURSO RÁPIDO DE ECONOMIA

                             Um viajante chega a uma cidade e entra num pequeno hotel. Na recepção, entrega duas notas de 100 reais e pede para ver um quarto.
                             Enquanto o viajante inspeciona os quartos e escolhe o que preenche às suas expectativas, o gerente do hotel sai correndo com as duas notas de 100 reais e vai à mercearia ao lado pagar uma dívida antiga, exatamente de 200 reais.
                            Surpreendido pelo pagamento inesperado da dívida, o dono da mercearia aproveita para pagar a um fornecedor uma dívida também de 200 reais que tinha há muito tempo.
                            O fornecedor, por sua vez, pega também nas duas notas e corre à farmácia para liquidar uma dívida que aí tinha de 200 reais.
                            O farmacêutico, com as duas notas na mão, corre em direção ao hotel, lugar onde habitualmente fazia suas refeições e que não havia pago pela conta do mês passado. Valor da dívida: 200 reais. Ele avisa ao gerente que está pagando a conta e coloca as notas em cima do balcão.
                            Neste preciso momento, o viajante retorna dos quartos que estava escolhendo e diz que não encontrou nenhum do seu agrado. Pega então as duas notas de 100 reais de volta, agradece a gentileza e sai do hotel.

                          Em resumo: ninguém ganhou ou gastou um centavo, porém agora toda a cidade vive sem dívidas, com o crédito restaurado e começa a ver o futuro com confiança!



                               MORAL DA HISTÓRIA: NINGUÉM QUEIRA ENTENDER A ECONOMIA!

                                                Seleção de Sheila Barcellos Eiras Roque

                                                           Petrópolis/RJ

sábado, 29 de dezembro de 2012

APOSTASIAS INVOLUNTTÁRIA

                                                                                 CAPÍTULO 8


                                                           MINHA INESPERADA METAMORFOSE


                                                                      29/04/1964 -


                          Neste dia, por sinal um lindo dia, despertei sem premeditar nada na minha vida de adolescente. Apesar de ser um dia da semana - quarta-feira - além do mais, não era uma data especial nem feriado. Mesmo assim, tomei a iniciativa de vestir a minha melhor roupa, sem mais nem menos. A princípio, apesar de alguma gozação, admiração de alguns colegas, eu nãoligava para nada disto. Simplesmente queria ficar diferente. Afinal, era o meu 14º aniversário. Quer dizer, agindo assim, em parte consegui atingir o meu objetivo, ou seja, chamei a atenção de alguém. Ninguém sabia que aquele 29 de abril era o meu aniversário. Também fiz questão de não falar pra ninguém. Então aquele fatídico dia transcorreu normalmente, sem maiores novidades, até a hora do recreio, após o jantar. E foi tudo mutio de repente, ou seja, nada programado ou premeditado. Por isso que ninguém deu muito crédito àquela minha atitude insólita e de mau gosto. E como passei a agir? Lembro-me muito bem que tudo começou quando um colega achou uma agulha no chão do refeitório.
                    -"Olha o que achei! Uma agulha! - falou um colega todo eufórico como se tivesse encontrado uma pérola ou outro objeto valioso.
                    -É minha - faleli sem pensar.
                    E foi através desta mentira repentina que me transformei em outra pessoa. E imediatamente, sem que ninguuém me provocasse ou falasse algo, comecei a assustar alguns colegas, usando aquele minúsculo objeto pontiagudo. No começo, só pedia para eu parar e isto para mim era como se estivesse me pedindo o contrário. Virei um pequeno sádico sem saber. Antes da oração da noite, ao tomar conhecimento daquele meu péssimmo comportamento, o prefeito da nossa turma veio falar comigo e me pediu explicações para aquela minha atitude sem fundamento. Eu pensei: como poderia lhe dar uma explicação coerente se nem mesmo eu soubesse o porquê de tal comportamento? Imediatamento, sentindo hostilizado e sem mais nem menos, mandei-o para aquelo lugar impróprio. Quando me ameaçou entregar ao Reitor tão logo ele chegasse, falei outro palavrão mais feio ainda. Aí percebi que uma súbita metamorfese estava realmente consumada. Mesmo assim, na minha imaturidade, eu achava que se no dia seguinte eu voltasse a ser o mesmo aluno educado, bem comportado, exemplar de antes, os colegas iriam tirar algum sarro: ledo engano. Aí então tomei a atitude mais errônea até então: pus na minha mente que iria me rebelar em todos os sentidos, mas sem prazer ou motivo algum.
                    Quando fomos dormir, mesmo sabendo que pelo regulamento, naquele horário era silêncio total, naquela noite eu puxava conversa fiada com os colegas mais próximos, mas todos se esquivavam, o que eram chamados de convarde, trouxas, medrosos etc. Só parei quando o Padre Albano tão logo foi comunicado do meu comportamento e ao adentrar no dormitório, ouvindo aquele burburinho, foi direto à minha cama. Com educação, mas com uma voz séria, chamou-me ao seu quarto. Segui-o sem hesitação. Já previa o que ele iria me falar. Iria me chamar a atenção. E foi o que aconteceu. Como neste momento chovia bastante, primeiramente ele resolveu fechar todas as janelas e portas do refeitório e salão de recreio. Enquanto isto, a tempestada aumentava acompanhada de relâmpagos e trovões. Cheguei, através do meu pensamento compara aquela tempestade com o que estava sentindo no meu âmgo. Por fim, ali mesmo, no refeitório, sem que ninguém nos ouvisse teve a primeira conversa sérias comigo:
                       -Olha, recebi uma reclamação muito séria contra você, mas não deu muita atenção. Eu achei que o prefeito estava se enganado, mas pelo que eu vi agora, lá no dormitório, parece que é infelizmente é uma verdade que eu não gostaria de acreditar. Posso saber o que está acontecendo? Você está com a tal agulha ou alfinete aí?
                     -Não. Joguei fora! - menti  - para complicar a minha crise.
                     Como não o fitava, através da sua psicologia ele tinha absoluta certeza que eu estava mentindo e finalizou:
                    -Olha, eu tenho certeza que esse objeto ainda está com você. Mas não posso obrigá-lo a me entregar. Só lhe peço que desfaça do mesmo e não repita as brincadeiras de mau gosto com os seus colegas, certo, meu jovem. Agora pode ir se deitar e durma com Deus. Vamos desconsiderar esses contratempo, pois nada dito combina com você, ouviu?



                                          Próxima Postagem: Continuação da minha metamorfose

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

CONCEPÇÕES SOBRE DE (DISFUNÇÃO ERÉTIL)

* Comparação esdrúxula  é dizer que, assim como quando se põe uma quantidade de açúcar num recipiente com café, suco, chá etc não importa o movimento da colher, se por exemplo, é realizado no sentido horário ou não, adoça-lo-á, da mesma maneira numa relação sexual o imprescindível é a penetração, com uma prévia dosagem de carícias, carinhos, o que se costuma chamar de preliminares, o movimento a seguir ou a posição dos corpos não importa muito para se atingir o objetivo desejado. E que objetivo!


* O homem que sofre de imptência sexual jamais deve confundir excitação, vontade de ter uma relação sexual com ereção, potência sexual ou capacidade de penetração. Pois neste caso, quando o parceiro sofre de DE (Disfunção Erétil - impotência sexual) nem sempre obedece ao simples desejo e vontade. E sendo assim, a famigerada frase "Querer é poder" fica devendo, pois dificilmente se concretiza. Geralmente o casal fica só no "Querer". E a frustração contamina ambos, mesmo sendo, temporariamente. Pois para isto há tratamento e o importante é que haja paciência também, acima de tudo.


*Diz o ditado popular que "Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura" pode ser aplicado naquelas circunstância que exigem persistência, determinação, teimosia. Só que no  caso de DE (Disfunção Erétil/Impotência sexual) jamais funcionará. Mesmo que a "pedra", neste caso, já esteja furada, o parceiro não conseguirá atingir um objetivo prazeroso.


                                                       Joboscan de Araújo

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

LAMPEJOS FILOSÓFICOS

1051 - "NUNCA É TARDE PARA VIVER COM PRAZER E PARA FAZER COM QUE CADA INSTANTE SEJA FÉRTIL"


                          -JEAN YVES


1052 - "NUM PAÍS ONDE O FUTURO A DEUS PERTENCE, OS AGNÓSTICOS PERGUNTAM: E O PASSADO? QUEM VAI SE RESPONSABILIZAR POR ELE?"


                                  IVAN LESSA


1053 - "NO FUTURO O HOMEM VAI FALAR COM AS PAREDES. E O PIOR, ELAS IRÃO ENTENDÊ-LO".


                              JEAN PAULO JACOB


1054 -"NÃO  EXISTE UM GRANDE GÊNIO SEM UMA PITADA DE LOUCURA"


                                         ARISTÓTELES


1055 - "NADA É MAIS PERIGOSO QUE UMA IDEIA QUANDO VOCÊ SÓ TEM UMA IDEIA"

                                                ALAIN


1056 - "NENHUMA IDEIA É TÃO ANTIQUADA A PONTO DE NÃO TER SIDO MODERNA. NENHUMA IDEIA É TÃO MODERNA A PONTO DE UM DIA NÃO SE TORNAR ANTIQUADA"


                                         ELLEN GLASGOW


1057 - "NADA É PIOR EM POLÍTICA DO QUE DEIXAR DE CUMPRIR O QUE SE PROMETEU"


                                      SIMON BOLÍVAR


1058 - "NINGUÉM É BASTANTE COMPETENTE PARA GOVERNAR OUTRA PESSOA, SEM O SEU CONSENTIMENTO".


                                                ABRAHAM LINCOLN


1059 - "NEM TUDO QUE CONTA PODE SER CONTADO E NEM TUDO QUE PODE SER CONTADO, CONTA"


                                                       ALBERT EINSTEIN


1060 - "NÃO HÃ SENTIDO EM SER EXATO EM ALGO SE VOCÊ NEM SABE SOBRE O ESTÁ FALANDO"


                                                         JOHN VON NEUMANN

domingo, 23 de dezembro de 2012

RESILIÊNCIA

                               RESILIÊNCIA : palavra usada na física que significa a propriedade que alguns corpos apresentam de retornar à forma original, depois de submetidos a uma deformação. Por exemplo, um elástico, uma mola.
                             Na BIOTANALOGIA usamo-la para indicar a capacidade de uma pessoa para se recobrar de um trauma, uma perda, um sofrimento intenso. A RESILIÊNCIA tem muito a ver com a sua autoestima.Quem gosta de si mesmo não se prende a lamuriações permanentes nem se revolta contra infortúnios. Expressa, sim, a sua dor, os seus sentimentos, mas somente para se libertar e retomar a sua vida integral. Se sentir necesidade, nãot eme buscar ajuda externa, pois ela sabe que Deus nos fez para sermos felizes.


                                                                    Evaldo A. D'Assumpção


                                                                        www.nucleofenix.com